As diabruras de Quick e Flupke vol.1 / Coleção Hergé essencial

Publieditorial da Editora Globo.

Os fãs de HQs já podem estender o tapete vermelho: os meninos Quick e Flupke finalmente desembarcam no Brasil, trazendo com eles a arte essencial de seu criador: o quadrinista belga Hergé, celebrizado mundialmente como “pai” do intrépido repórter Tintim. Com a publicação de As diabruras de Quick e Flupke, a Globo Livros Graphics garimpa para o público brasileiro uma joia da vasta produção de um dos mais influentes mestres da HQ europeia. É o primeiro volume dos quadrinhos coloridos completos com os personagens, lançados em onze álbuns avulsos entre 1949 e 1969 – o segundo volume está previsto para sair em 2014.

A primeira diabrura de Quick e Flupke veio a público em janeiro de 1930, no Le Petit Vingtième, suplemento infantil semanal do jornal belga Le Vingtième Siècle. Diz a lenda que, voltando ao trabalho depois de tirar férias, Hergé foi surpreendido por uma “pegadinha” dos colegas de redação, que, sem avisar, haviam anunciado publicamente que ele lançaria uma inédita série de quadrinhos. Com poucos dias para dar conta do recado, Hergé mesclou reminiscências infantis com influências do cinema e dos cartuns norte-americanos para dar vida a dois garotos às voltas com confusões nas ruas da Bruxelas dos anos 1930.

Limitado ao espaço de duas páginas por semana, Hergé desenvolveu a partir dali narrativas cômicas que, além do primor da concisão, apresentam a atmosfera ternamente poética do universo das crianças. O trapalhão (e um tanto azarado) Quick e seu travesso parceiro Flupke conquistaram de imediato os leitores, ao introduzir altas doses de nonsensee bagunça num mundo organizado por adultos – como o vigilante Agente nº 15, um policial com ares chaplinianos que vive implicando com os garotos. Ao longo de uma década, foram mais de trezentas histórias publicadas.

O traço limpo, característico do estilo gráfico de Hergé que seria chamado de ligne claire (linha clara), já era marcante em toda a série, originalmente concebida em preto e branco. Só mais tarde, depois da Segunda Guerra Mundial, as desventuras de Quick e Flupke foram coloridas e compiladas em álbuns, tornando-se populares para além da Bélgica, em outros países de língua francesa. As tramas da dupla serviram como base, ainda, para uma série de desenho animado para a TV, na década de 1980.

 

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O autor

Hergé era o pseudônimo de Georges Prosper Remi (1907-1983), cartunista nascido em Etterbeek, perto de Bruxelas. Com talento para o desenho e a ilustração demonstrado desde cedo, empregou-se em 1925 no jornal católico Le Vingtième Siècle, no qual, três anos depois, assumiu a editoria do recém-criado suplemento infantil Le Petit Vingtième. Nas páginas desse caderno semanal circularam pela primeira vez histórias que se tornariam clássicas HQs, como a saga de Tintim e as diabruras de Quick e Flupke – que agora enfim ganham caprichada edição brasileira.

Ficha técnica 

Título: As diabruras de Quick e Flupke – vol. 1
Autor: Hergé
Tradução: André Telles
Gênero: Graphic Novel
Páginas: 184
Formato: 21 x 28 cm x 2,0
Capa Dura
P
reço: R$ 39,90
Selo: Globo Livros Graphics
Peso: 1,116 gramas

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